Cloud computing aquece o mercado brasileiro de cibersegurança de pequenas empresas

Atualizado: 4 de abr.

Facilidade, rapidez e tranquilidade são palavras que empresas, gestores e colaboradores têm almejado ouvir cada vez mais no seu cotidiano de trabalho. Essa realidade mudou radicalmente no contexto da pandemia da Covid-19, devido ao trabalho remoto o aumento significativo dos ambientes digitais e dos modernos sistemas de uso de dados e informações. Dentro desse cenário, o cloud computing ou a computação em nuvem, em bom português, tem sido um dos grandes aliados quando se trata de tornar eficiente o uso e gerenciamento dos dados.


A prova disso está, de fato, nos dados observados nos últimos anos. De acordo com a pesquisa realizada pelas SAS Brasil, empresa de inteligência, 80% das empresas têm o interesse em migrar para o sistema de nuvem. Para algumas empresas esse serviço já é uma realidade, representando 39%. Mas, o uso ainda acontece de forma simples e básica como, por exemplo, para realizar análise de dados de forma rápida e eficaz. Além disso, conforme aponta a pesquisa, as empresas investem no uso do cloud computing pela eficiência da sincronização dos dados.


Para além disso, a migração para nuvem aponta para questões relativas à economia e segurança digital. Sobretudo, quando o Brasil está entre os países que mais sofreram ataques no ano de 2021, conforme relara o portal Metrópoles. Os dados representam um total de mais de 9,1 milhão de ocorrências e as prejuízos financeiros sinalizam para mais de 6 trilhões de dólares.


Frente a esses riscos é que a computação em nuvem tem se tornado de grande interesse no mercado brasileiro. E não apenas das grandes empresas. As empresas de pequeno e médio porte, como relata o Sky.One, empresa especializada no desenvolvimento de plataformas tecnológicas, divulgou um levantamento que aponta um grande movimento das empresas de pequeno porte para os serviços em nuvem.


Na pesquisa realizada, cerca de 87% das empresas que migraram para a nuvem no período entre 2020 e 2021 são de pequeno porte. Para entender o que representa uma empresa de porte pequeno o Sebrae corrobora explicitando que são empresas que contemplam até 50 colaboradores.


Para o CRO da Sky.One, Roberto Arruda, ao se referir sobre esta tendência das pequenas empresas migrando para a Cloud, explica que: “Os custos de migração acabam

sendo mais baratos que o investimento em uma infraestrutura de TI local, por exemplo. Isto, somado aos benefícios que a Nuvem traz como escalabilidade, disponibilidade, agilidade e segurança”.


A migração para o serviço em nuvem demonstra a preocupação com o processo de inovação e os cuidados com os riscos digitais, especificamente quando falamos dos cibercrimes. Além disso, esse tipo de inovação se configura como uma disruptura para a cultura de diversas empresas, que, por vezes, mantêm uma estrutura pouco tecnológica ou mesmo insegura para o armazenamento e o gerenciamento dos dados.


Com a realidade apresentada pela pandemia, o Brasil e o mundo vislumbrou ainda mais os serviços da computação em nuvem. Como é o caso da N1 IT Stefanini, que tem investido em treinamentos de proteção digital disponíveis em plataformas digitais e estruturados em nuvem. Uma solução inovadora que tem adquirido grande respaldo no mercado brasileiro e latino, devido ao fácil uso, acesso e sistema de aprendizagem contra os cibercrimes.


“Com todos os desafios de nossos clientes e parceiros sobre a segurança e proteção de dados e o uso seguro de soluções em nuvem, nós, como empresa provedora de soluções temos que criar ainda mais mecanismos de chegarmos com as soluções seguras e preventivas antes que o problema apareça. Nada é 100% seguro, mas o trabalho com soluções aderentes e a tecnologia adequada mitiga o nível da vulnerabilidade” - Shirley Fernandes

Tudo isso está alinhado com o crescente mercado de tecnologia, que apresenta, em 2022, grandes oportunidades de crescimento com foco nas Tecnologias da Informação. Nessa área, os investimentos devem alcançar um total de 4,5 trilhões de dólares apenas neste ano, uma porcentagem de aumento de5,1% em comparação com o ano de 2021, de acordo com dados da Gartner – uma empresa de elaboração de pesquisas.


Na América Latina, o cenário é ainda mais animador para o mercado. O mercado corporativo de TI na América Latina deve crescer cerca de 9,4%, como aponta a empresa de consultoria IDC. Isso se deve ao avanço da pandemia e a capacidade das empresas em investirem na digitalização de seus negócios. E com o aumento dos cibercrimes, empresas têm investido ainda mais em segurança digital, qualificação para o uso dos ambientes e ferramentas digitais dos colaboradores e melhores proteção para os dados e informações de clientes – ainda mais empresas de pequeno porte.


De atacadistas a empresas de contabilidade, do agronegócio a tecnologia, empresas de pequeno porte caminham rumo à nuvem. Em 2021, o benefício buscado pelas empresas estava relacionado à gestão do ambiente (45,41%), infraestrutura

atrelada ao software (19,64%), capacidade de armazenamento (15,82%), mais segurança (10,46%) e reinvestimento em infraestrutura (4,85%).


Neste sentido, o mercado de TI voltado para serviço de nuvem e cibersegurança tende a aquecer a economia, trazendo ainda mais novidades não somente em termos de infraestrutura, mas fazendo com que empresas e pessoas entendam a importância de investir nessas novas tecnologias e na preparação individual acarretando em benefícios de segurança para a empresa, o colaborador e o cliente.


E para empresas como a N1 IT Stefanini, esse momento também se apresenta como uma oportunidade de preparar esse mercado. Vemos que não somente empresas de grandes portes, mas as pequenas também têm buscado pela transformação digital e certificar que a segurança no cibermundo esteja em conformidade com o contexto contemporâneo.

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